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Bancário da Caixa é Demitido por Assédio Sexual e Fetiche Podólatra em Menor Aprendiz!

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Um empregado da Caixa Econômica Federal em Belo Horizonte (MG), foi demitido por justa causa após ser acusado de assédio sexual por uma adolescente de 17 anos que trabalhava como aprendiz na agência. O caso ocorreu em 2019, mas a sentença foi anunciada neste mês.

Conforme noticiado, os abusos foram realizados por um bancário de 46 anos que supostamente possuía um fetiche podólatra, manifestando este interesse de forma inapropriada para diversas mulheres, incluindo a aprendiz. Em sua defesa, ele nega as acusações e diz que a Caixa não conseguiu comprovar a justa causa.

Fetiche podólatra é levado a sério em juízo

No processo, o maior ponto de destaque foi a confirmação de que as investidas do empregado tinham conotação sexual e eram decorrentes de um fetiche sexual pelos pés (podólatra). Esse fato foi confirmado por testemunhas e pela própria vítima, que relatou momentos de desconforto e constrangimento.

Ações de coação e convergência de depoimentos

No julgamento, foi destacada a coerência nos depoimentos das testemunhas, que declararam que o bancário oferecia dinheiro para a aprendiz em troca de fotos dos pés dela. Estas testemunhas corroboraram a versão da vítima e indicaram que o acusado já fora advertido previamente devido à conduta inapropriada de cunho erótico direcionada a uma cliente do banco.

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Ruptura da confiança e demissão por justa causa

O magistrado responsável pelo caso, o juiz Vitor Pellegrini Vivan, concluiu que a ação do acusado implicou em uma “ruptura imediata da confiabilidade da empresa para com o empregado”, tornando impossível a continuidade da relação empregatícia. Ele também destacou que os atos do bancário foram recorrentes, mesmo após advertências verbais e um processo administrativo.

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Responsabilidade da Caixa Econômica Federal

Diante do exposto, a Caixa foi procurada pela imprensa para que se posicione sobre a situação. Até o momento, não houve uma resposta oficial do banco. Cabe salientar que as empresas têm a responsabilidade de garantir um ambiente de trabalho seguro e livre de assédio para seus funcionários. O espaço segue aberto para manifestação da Caixa Econômica Federal.