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FGTS: Entenda as Novas Regras a Partir de Junho de 2024!

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Trabalhadores brasileiros, fiquem atentos às recentes mudanças nas regras do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) que começarão a vigorar a partir de junho deste ano. Esta atualização promete melhorar a rentabilidade e a proteção dos seus recursos. A partir de agora, a correção dos saldos será realizada pelo IPCA, o Óndice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, impactando diretamente na valorização real dos valores acumulados.

Essa adequação surgiu após uma recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que substituiu a antiga Taxa Referencial (TR) utilizada anteriormente como base para a correção. Com a inflação em alta, esta mudança é uma vitória para os trabalhadores em relação à valorização de seu FGTS.

O que significa esta mudança para o seu FGTS?

FGTS: Entenda as Novas Regras a Partir de Junho de 2024!

Se você é empregado sob o regime da CLT, suas contribuições ao FGTS agora terão um rendimento mais atractivo em períodos de alta inflação, assegurando que seu dinheiro cresça de forma mais alinhada ao cenário econômico atual.

  • Rendimentos incrementados: A nova fórmula de correção promete garantir um aumento real, superando os antigos 3% ao ano mais a TR.
  • Correção retroativa: Além de incrementar futuras contribuições, a mudança afeta também os saldos já existentes, a partir da publicação da decisão do STF.

Quais os benefícios diretos para os trabalhadores com as novas regras do FGTS?

A alteração nas regras do FGTS traz também uma considerável melhoria na segurança financeira dos trabalhadores. Considerando o cenário econômico de instabilidade, esta medida vem para fortalecer a proteção contra a inflação, permitindo que o poder de compra dos valores guardados seja mantido.

Como funciona o FGTS?

O FGTS foi estabelecido em 1966 e serve como uma importante rede de segurança para trabalhadores dispensados sem justa causa. Além disso, as contribuições ao FGTS têm várias finalidades:

  • Suporte financeiro em caso de demissão sem justa causa;
  • Utilização dos recursos na aposentadoria;
  • Aquisição de imóvel residencial próprio;
  • Tratamento de doenças graves.

Importante: Todos os empregadores são obrigados por lei a depositar mensalmente 8% do salário de cada empregado em uma conta vinculada ao seu contrato de trabalho na Caixa Econômica Federal, garantindo que os recursos estejam devidamente geridos e acessíveis quando necessários.