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Lula bate o pé sobre reajuste do salário mínimo: “não vamos prejudicar quem já é prejudicado a vida inteira”

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Em uma passagem marcante pela Bahia, o presidente Lula participou do anúncio de várias obras de infraestrutura significativas e aproveitou a ocasião para discutir assuntos de grande importância econômica. Durante uma entrevista concedida à Rádio Princesa, de Feira de Santana, Lula abordou temas desde a autonomia do Banco Central até a política de reajuste do salário mínimo.

Na sua agenda, estava a autorização para a contratação de novas unidades residenciais pelo programa Minha Casa Minha Vida, além da assinatura de contratos relacionados ao programa Periferia Viva, que busca a regularização fundiária e a melhoria habitacional. Essas ações demonstram um forte compromisso com o desenvolvimento social e urbano na região.

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Reprodução: Internet

O que disse Lula sobre o reajuste do salário mínimo?

O presidente esclareceu que não haverá mudanças na atual política de reajuste do salário mínimo. Este continua sendo calculado com base na inflação do ano anterior somada à expansão do PIB de dois anos anteriores. Essa metodologia visa garantir que o poder de compra do salário mínimo seja preservado ao longo do tempo.

Críticas ao presidente do Banco Central

Lula também aproveitou para expressar suas críticas ao presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Segundo ele, como o presidente da instituição é escolhido não agrada a todos, principalmente aqueles que são contrários à ideia de um Banco Central autônomo, posição defendida pelo mercado financeiro. Essa autonomia, segundo o presidente, deve ser avaliada com cautela para não comprometer o controle do governo sobre políticas econômicas fundamentais.

Iniciativas para controlar gastos

Contenção de gastos foi outro tópico relevante mencionado pelo presidente. Lula destacou a importância de passar um “pente fino” nos gastos e pagamentos de benefícios governamentais. O objetivo é evitar excessos e assegurar que os recursos alcancem efetivamente quem realmente necessita. Essa fiscalização rigorosa é essencial para a boa gestão dos recursos públicos e para a eficiência administrativa.

  • Reajuste do salário mínimo mantido pela inflação e PIB.
  • Críticas à gestão e autonomia do Banco Central.
  • Enfoque em políticas de contenção de gastos.

Com essas iniciativas e declarações, o presidente Lula não apenas fortalece sua agenda de governo, mas também reitera seu compromisso com uma gestão econômica prudente e com o desenvolvimento social e infraestrutural do Brasil, especialmente em regiões que necessitam de atenção concentrada, como é o caso da Bahia. As expectativas seguem altas para os próximos passos de sua administração nas áreas citadas.