INSS: Acordo assinado, mas a greve persiste! Divisão entre servidores mantém serviços paralisados. Entenda o impasse:
Apesar do governo anunciar um acordo com os servidores do INSS, parte da categoria continua mobilizada. O governo e a Confederação firmaram um acordo na última quarta-feira (28/8), mas não acalmaram todos os servidores.
O presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, espera normalizar os serviços em breve. Medidas administrativas e ações judiciais já reduziram o impacto da paralisação, que dura um mês e meio.
Por que o acordo com servidores do INSS está sendo questionado?
A Fenasps acusa o governo de desvalorizar a negociação com seus filiados.. Filiados à Fenasps compararam a situação à recente greve dos professores federais, em que o governo inicialmente negociou com uma entidade menos representativa, prolongando o conflito.
A greve dos servidores do INSS afeta os serviços?
Mesmo com medidas como o corte de ponto e a ação no STJ, a greve não impactou significativamente os serviços. As perdas foram pequenas, principalmente nas perícias, que reduziram o atendimento em cerca de 3% a 4%.
Quais são as críticas sobre a negociação do governo?
Daniel Emmanuel, diretor do Sindisprev-RS e integrante da Fenasps, expressou a indignação da categoria com a CNTSS e a Condsef, que aderiram ao acordo. Ele acusa essas entidades, ligadas à CUT, de serem aliadas do governo para enfraquecer o movimento.
Os próximos passos da greve
A greve no INSS no entanto tem sido marcada por intensas assembleias em diferentes estados, onde os servidores continuam a deliberar sobre as ações a serem tomadas. Além disso a Fenasps, representante dos servidores, insiste na continuidade da mobilização até que suas demandas sejam atendidas de maneira justa.
Em vista disso, alguns pontos essenciais para entender o cenário atual:
- Reivindicações não atendidas: Muitos servidores acreditam que o acordo não resolve questões centrais para a categoria.
- Representatividade: A Fenasps se declara a verdadeira representante da maioria dos servidores, enquanto o governo negocia com outras entidades.
- Comparações com outras greves: O histórico recente de greve dos professores federais é utilizado como analogia para mostrar a estratégia do governo.
- Impacto nos serviços: Apesar da greve, o impacto na prestação de serviços ainda é considerado baixo.
O impasse portanto deixa claro a necessidade de uma negociação mais inclusiva e representativa para que se chegue a uma resolução que contemple todos os envolvidas. No entanto o descontentamento ainda paira sobre os servidores, e a continuidade da greve parece inevitável até que um acordo mais abrangente seja alcançado.