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Programa Minha Casa Minha Vida quer reverter déficit habitacional em 2024!

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O programa Minha Casa Minha Vida, que recentemente voltou a ter o seu nome original pelo atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, está focado em reverter o déficit habitacional de seis milhões de moradias no Brasil.

O plano é criar um cenário mais otimista para o ano de 2024, baseado em diversas mudanças e novas implementações.

Mudanças significativas no programa Minha Casa Minha Vida

Programa Minha Casa Minha Vida quer reverter déficit habitacional em 2024!
Programa Minha Casa Minha Vida quer reverter déficit habitacional em 2024!


O programa passou por atualizações que incluem três faixas de renda, visando atender famílias com diferentes níveis de rendimento. Nas áreas urbanas, as faixas são determinadas pela renda bruta mensal, enquanto nas áreas rurais, a renda é considerada anualmente. As faixas são as seguintes:

  1. Faixa 1: Famílias com renda de até R$ 31.680,00 por ano.
  2. Faixa 2: Famílias com renda de até R$ 52.800,00 por ano.
  3. Faixa 3: Famílias com renda de até R$ 96.000,00 por ano.

É importante ressaltar que benefícios temporários, como auxílio-doença, seguro-desemprego e Bolsa Família, não são contabilizados no cálculo da renda para determinar a elegibilidade ao programa. Essa atualização visa ampliar o alcance do programa e beneficiar um número maior de famílias em diferentes faixas de renda.

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Como se inscrever no minha casa minha vida?


Para se inscrever no programa Minha Casa Minha Vida, é necessário seguir os seguintes passos:

  1. Verificar os requisitos: Antes de tudo, verifique se você atende aos requisitos estabelecidos pelo programa, como renda familiar, condições de moradia e outros critérios específicos estabelecidos pelo governo.
  2. Procurar o órgão responsável: entre em contato com a prefeitura da sua cidade ou com a Secretaria de Habitação local para obter informações sobre o processo de inscrição e os documentos necessários.
  3. Reunir documentação: geralmente, serão solicitados documentos como RG, CPF, comprovante de residência, comprovante de renda familiar, entre outros documentos que comprovem sua situação e elegibilidade.
  4. Realizar a inscrição: A inscrição pode ser feita de forma presencial, em postos de atendimento específicos, ou online, através do site oficial do programa Minha Casa Minha Vida, caso haja essa opção disponível.
  5. Aguardar análise: após a inscrição, sua solicitação será analisada pelas autoridades responsáveis para verificar se você atende aos critérios estabelecidos pelo programa.
  6. Acompanhar o resultado: fique atento aos prazos e aos canais de comunicação indicados para acompanhar o andamento da sua solicitação e verificar se foi selecionado para participar do programa.

É importante ressaltar que os procedimentos podem variar conforme a cidade e a região, por isso, é fundamental buscar informações atualizadas junto aos órgãos competentes da sua localidade.

O papel do FGTS Futuro e do Fundo de Garantia

O Minha Casa Minha Vida também está implementando o FGTS Futuro. Esse recurso permite que os trabalhadores utilizem créditos futuros do fundo para pagar parcelas ou amortizar o financiamento habitacional. Além disso, o programa também pretende utilizar recursos do Fundo de Garantia da Habitação Popular (FGHab), que registra um valor aproximado de R$ 800 milhões, para cobrir riscos em operações de crédito habitacional.

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Como se inscrever no programa?

As famílias que preenchem os requisitos de renda podem se inscrever no programa. Para as famílias que estão na Faixa 1, a inscrição é feita na prefeitura da sua cidade e, após a validação dos dados pela Caixa Econômica Federal, a data do sorteio das moradias é comunicada.

Após a aprovação do cadastro, os beneficiários assinam o contrato de financiamento. As famílias das Faixas 2 e 3 precisam escolher um imóvel, realizar uma simulação de financiamento habitacional no site da Caixa e, após a aprovação do cadastro, assinar o contrato de financiamento.

Com essas mudanças, o Minha Casa Minha Vida espera criar um impacto positivo no déficit habitacional do Brasil, beneficiando famílias de diferentes faixas de renda e alavancando a economia do país.